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SEGURANÇA E CONFIANÇA

Quem pode acessar os dados dos pacientes?

Uma clínica reúne pessoas com responsabilidades diferentes. A AsyDoc separa o trabalho da recepção, a gestão e o registro clínico, com regras para quem pode consultar e alterar cada informação.

Entenda as regras de acesso
Identidade verificadaAcesso conforme o papelAutoria preservada

UMA EQUIPE. DIFERENTES RESPONSABILIDADES.

Entenda os acessos de cada função na clínica.

Selecione um papel para entender a diferença. Esta é uma explicação das regras de acesso, não uma tela do aplicativo.

RECEPÇÃO

A recepção organiza o atendimento sem ler o prontuário clínico.

  • Agenda e chegada do paciente.
  • Cadastro, conversas e caixa conforme as permissões.

O papel de secretária não permite ler o conteúdo clínico do prontuário.

Diagrama editorial interativo. A disponibilidade das áreas depende do vínculo, do plano e das permissões configuradas.

Veja convites e permissões nas telas originais ↗

COMPARTILHAR TEM CONTEXTO

Entenda as regras para prontuários particulares e da clínica.

O prontuário particular compartilhado e o registro produzido no perfil de trabalho da clínica seguem regras distintas. A origem do acervo faz parte da decisão de acesso.

01 / ACERVO PARTICULAR

O profissional define
o que compartilha.

O autor escolhe, por clínica, entre manter fechado, compartilhar um resumo ou permitir a leitura integral. O compartilhamento exige consentimento registrado e fica limitado ao escopo autorizado.

FechadoResumoLeitura integral

Sem configuração, o nível é fechado. Se o paciente autorizou apenas o resumo, ampliar a configuração não libera automaticamente o registro integral.

02 / ACERVO DA CLÍNICA

A equipe clínica acessa
o acervo da organização.

Nos perfis de trabalho pertencentes à clínica, a leitura considera o vínculo e o papel clínico da pessoa. O acervo permanece ligado à clínica quando há mudança de profissional.

Recepção e gerência continuam sem acesso ao conteúdo clínico por esses papéis.

Pertencer a uma clínica não libera o acervo de outra. Ler um registro compartilhado também não autoriza editar o trabalho de seu autor.

CONSENTIMENTO REGISTRADO

Registre o que o paciente autorizou compartilhar.

No compartilhamento de acervo particular, o profissional registra a manifestação do paciente e o nível autorizado. A revogação fecha a leitura compartilhada e preserva o histórico do registro.

  1. 01

    Definir

    O autor escolhe o nível de compartilhamento naquela clínica.

  2. 02

    Registrar

    Ficam registrados o escopo, a data, o responsável e o meio informado: verbal em consulta, documento ou mensagem.

  3. 03

    Respeitar

    A leitura considera o limite autorizado. Uma revogação não apaga o histórico de que houve autorização.

O registro do meio informado não substitui a manifestação do paciente nem a guarda de sua documentação pelo profissional.

QUEM REGISTROU. QUANDO. EM QUAL CONTEXTO.

Identifique quem registrou cada evolução e quando.

Ao concluir uma evolução, o sistema registra autoria, data e um identificador de integridade do conteúdo. A exportação verifica esse conteúdo e mantém a procedência das informações.

DA ANOTAÇÃO AO REGISTRO

Rascunho e evolução concluída têm papéis diferentes.

No compartilhamento entre profissionais, a leitura apresenta evoluções concluídas. O resumo e a leitura integral mantêm a identificação de quem registrou.

Conheça o prontuário e a continuidade ↗
  1. Durante o atendimentoPreparar o registro

    O profissional escreve, confere e organiza as informações da consulta.

  2. Na conclusãoRegistrar a autoria

    Data, responsável e verificação de integridade acompanham a evolução.

  3. Na continuidadeConsultar com contexto

    A leitura respeita as regras de acesso e identifica a origem do registro.

Representação editorial do percurso. A verificação de integridade do registro não equivale a uma assinatura digital com certificado.

Entrar com sua identidade.

As operações protegidas verificam a sessão e a relação da pessoa com os dados solicitados. O acesso por chave de acesso permite usar Face ID, digital ou o autenticador disponível em aparelhos compatíveis.

A chave precisa estar configurada. A disponibilidade depende do aparelho, navegador e endereço usado para entrar.

Acompanhar operações.

A plataforma possui registros de auditoria para ações como conclusão e exportação do prontuário, além de mecanismos de registro de abertura e leitura compartilhada.

Os registros ajudam a apurar o que aconteceu. Eles não substituem a organização dos acessos e os procedimentos internos da clínica.

CÓPIA COM FINALIDADE

Exporte o prontuário e proteja a cópia dos dados.

A cópia do prontuário pode ser gerada em PDF ou JSON. A solicitação identifica a finalidade, verifica a sessão e registra a exportação antes de entregar o arquivo.

PDF

Para leitura.

Um documento organizado para consultar o prontuário e sua procedência.

JSON

Para dados estruturados.

Uma cópia em formato estruturado. A compatibilidade com outro sistema precisa ser verificada.

TRANSPARÊNCIA

Consulte as políticas e o contato responsável pelos dados.

Os documentos detalham o tratamento das informações e as responsabilidades de cada parte. Confira também as permissões configuradas e os procedimentos de acesso adotados pela sua equipe.

ENCARREGADO DE DADOS

Aulus Neto

Aulus Neto Soluções em Saúde

contato@aulusneto.com ↗